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Alimentação Ultraprocessada: um desafio moderno

  • Raphael Ribeiro
  • 23 de jan.
  • 1 min de leitura


Nos últimos anos, os alimentos ultraprocessados ganharam espaço nas prateleiras e nas mesas brasileiras. São produtos prontos ou semiprontos, ricos em aditivos, conservantes, corantes e aromatizantes, que prometem praticidade, mas escondem riscos à saúde. Refrigerantes, biscoitos recheados, salgadinhos e refeições congeladas são parte dessa categoria.



Embora convenientes, esses itens costumam apresentar excesso de açúcar, sal e gorduras, além de baixo valor nutricional. O consumo frequente está associado ao aumento de doenças crônicas como obesidade, hipertensão e diabetes.


Para o público geral, compreender essa relação é fundamental: não se trata de demonizar ultraprocessados no alimentos, mas de reconhecer que a base da dieta deve ser composta por alimentos in natura ou minimamente processados. Frutas, legumes, cereais e proteínas frescas devem ser protagonistas no prato. Optar por cozinhar mais em casa, ler rótulos e reduzir a presença de ultraprocessados no alimentos, mas de reconhecer que a base da dieta deve ser composta por alimentos in natura ou minimamente processados.

 
 
 

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